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Mostrando postagens de julho, 2015

A distância venceu.

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A distância venceu, nosso amor não era o suficiente para combater aqueles que ficariam contra nós, mas isso não significa que desistimos, não desistimos só fizemos o melhor pra nos dois, estava na nossa cara o que aconteceria, mais mesmo assim arriscamos. A distância nos feriu, um corte maior do que aguentaria, nosso amor, era como passagem para nos vermos em nossos sonhos e quando cortado não deixou de existir, prevalece como uma torre despedaçando e aos poucos ele vai ir embora, mais restará aquele pó do que sentíamos um pelo outro, e isso irá nos dizer que aquele amor não morreu, não totalmente. Eu não me arrependo e nunca vou me arrepender da minha decisão que começou tudo isso, mais espero que ninguém ganhe meu coração como você ganhou, por que eu não aguentarei se despedaçar de novo. Não estou pronta para esquecer, a dor é recente demais pra esse simples ato.

Memórias desconhecidas.

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Não quero mais falar disso, por que sei que ninguém vai entender. Nem eu mesma entendo. Não quero mais me preocupar, mais isso é inevitável, é como se fizesse parte de mim. Estranhamente muita coisa mudou em pouco tempo, mais isso  foi a única coisa que ficou intacta. A cada batida de coração mais pedaços de mim caem, inevitável. Memórias desconhecidas, sentimentos que não conheço, lugares antigos... Memórias montadas ? Inventadas ? Estou flutuando no mar de loucuras, sendo morta pelas memórias desconhecidas

Remédio.

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Você espanta minhas tristezas, mesmo longe você me faz bem. Você é meu remédio e consegue fazer isso tão bem, quando estou contigo todos os meus problemas vão embora. Quando estamos juntos a hora não existe, em meus sonhos somos só nós. Em meus sonhos as barreiras não existem, somente nosso amor prevalece.

Tragédia grega ?

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Amor que mata a distância, tristeza não poder te vê. Mais te sinto perto. Loucura ? Não, amor. Escuto tua voz tão perto, teus lábios tão quentes...Ou enlouqueço ou morro de amor. Tragédia grega seria morrer de distância, morreremos ou venceremos essa barreira ?

Tempos diferentes.

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A menina olhava para trás e relembrava do passado, comparava sua eu do agora e sua eu do passado, e percebeu o quanto elas são diferentes. Seu eu  do passado era fria, sem vida, triste, desejava ter a morte como amiga, queria ir ver a morte de perto, estava destroçada. Seu eu do presente era alegre, via o lado bom da vida, deseja ter a vida como amiga e aliada, estava recomposta por amor e brilho, estava quente. Sua antiga eu estava morta, mais ela reviveu e aprendeu a viver. Ela comparava suas eu's e ficava impressionada com a diferença delas, era incrível, mais assustador, ela não acreditava que um dia foi a apreciadora da morte e que hoje tinha medo dela. Agora ela via o lado bom da vida, agora via sua própria luz.

Mudança drástica.

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Passado o tempo a menina estava mudada, ela tinha um pouco mais de apego a vida agora. Ela aprendeu a valoriza-la, mais ainda sabia que ia morrer e agora tinha medo da morte. Ela tinha odiado esta mudança, mais depois de todo sofrimento, ela tinha provado do lado doce da vida e tinha gostado.  A menina estava duvidosa em relação se queria ou não deixar este mundo, mais por enquanto aprendeu a ama-lo.