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Mostrando postagens de maio, 2015

Alívio ?

O ar era leitoso, ela quase conseguia colocar ele em uma concha em suas mãos fracas. A menina pensou em suicídio pela decima sexta vez naquele dia, o que ela iria escrever naquela carta antes do ato, a herança heroica e trágica para seus parentes tristes e inconsoláveis ? Os confortando e deixando-os livre de cupa e sangue nas mãos, não que eles se importassem, claro. Será que alguém se importaria ? Alguém sentiria sua falta ? E se ela nunca tivesse existido, a vida de alguém seria melhor ? Provavelmente. Quando pensava em sua vida ela se sentia totalmente angustiada, a corroendo por dentro e a mão da tristeza esmagando seu coração, tirando todas as suas esperanças. Querendo se livrar daqueles sentimentos olhou para o lago a quarenta metros a baixo de si, e caçou motivos para não fazer. Mas não achou, então fechou os olhos e pulou, ela bateu na fina camada de gelo que tinha em cima do lago, a água gelada entorpeceu seu corpo e seus sentidos, e ela prendeu o ar o máximo que pode, ...

Fúnebre.

Novas manchas de lágrimas no travesseiro Por que não há amanhã Não para ela Deveria desistir ? Ou continuar lutando mesmo quando não há saída ? Encurralada. Com os sentimentos confusos e bagunçados sobre os mesmo que ela não tinha controle. Outra onda de dor a arrastou e a puxou mais para fundo. Dor insuportável, avassaladora que arrancara quais quer força e esperança de ter um futuro que não ela quer ter. Mais mesmo se ela tentar acabar com a dor  Ela ainda ira permanecer naqueles que ama  Então vigorosamente ela simplesmente desejou  com uma força quase escassa  que ela simplesmente nunca tivesse existido. Pedidos fúnebres para alguém tão novo, fresco. E ela esperou seu coração parar de bater e que todos esquecessem de sua existência. ... Que existência ?