Dois lados da moeda.
A menina nunca foi muito apegada a vida, ela sabia que iria morrer um dia, e não tinha medo nenhum da morte. Sabia que um dia ela chegaria para tomar sua alma e tentava ao máximo não se a pegar a brilhante e branca, vida.
Na escola quando a perguntavam sobre o que ela achava da vida, ela dizia: ''Ela é brilhante'' Mais ninguém pensava que ela estava se referindo ao brilho que ela tinha.
Ela sempre imaginava a vida como algo pulsante, brilhante, quente e branco.
A morte era totalmente o contrário, escura, opaca, brilhante, morna e negra.
Mais não é por isso que a Morte era algo ruim, ela nunca pensou assim dela, pensava nela como uma forma de alívio pros que estavam agoniados, da alma e do corpo, uma coisa suave a qual lhes davam felicidade, ela os libertava.
Já a vida era a forma de sofrimento pra quem merecia e para quem não merecia, era um pouco injusto com uns e com outros era um mar de rosas, mais ela virava o jogo, uma hora ou outra.
Ela não tinha definição de tudo sobre os dois lados da moeda, ela pensava de si como um erro, e não sabia o por que as pessoas a admiravam tanto, ela era só uma garota.
Mais será que era por que ela tinha mais amigos homens do que mulheres ? Por que ela era sincera ? Por que ela pensava diferente de todos ? Talvez, e ela era discriminada por isso.
Resumo, a ignorância viril era o melhor jeito de agradar as pessoas, mas não era isso o que ela queria, não queria viver sobre expectativas de ninguém a não as próprias.
Ela realmente não dava a miníma sobre o que pensavam sobre ela, ela agitava e usava, ousada menina quebrada! Pegava e descartava, sem compromissos, sem se apegar. Era simples.
Ela era ousada na medida certa, seduzindo e silenciando, era calma e silenciosa, quando ela fazia ninguém descobria a não ser que ela quera.
Essa era sua vida e sua meta era aguentar ao máximo. Viver ao máximo que ela conseguisse até o amanhecer de cada dia, por que um dia sua hora iria chegar.
Na escola quando a perguntavam sobre o que ela achava da vida, ela dizia: ''Ela é brilhante'' Mais ninguém pensava que ela estava se referindo ao brilho que ela tinha.
Ela sempre imaginava a vida como algo pulsante, brilhante, quente e branco.
A morte era totalmente o contrário, escura, opaca, brilhante, morna e negra.
Mais não é por isso que a Morte era algo ruim, ela nunca pensou assim dela, pensava nela como uma forma de alívio pros que estavam agoniados, da alma e do corpo, uma coisa suave a qual lhes davam felicidade, ela os libertava.
Já a vida era a forma de sofrimento pra quem merecia e para quem não merecia, era um pouco injusto com uns e com outros era um mar de rosas, mais ela virava o jogo, uma hora ou outra.
Ela não tinha definição de tudo sobre os dois lados da moeda, ela pensava de si como um erro, e não sabia o por que as pessoas a admiravam tanto, ela era só uma garota.
Mais será que era por que ela tinha mais amigos homens do que mulheres ? Por que ela era sincera ? Por que ela pensava diferente de todos ? Talvez, e ela era discriminada por isso.
Resumo, a ignorância viril era o melhor jeito de agradar as pessoas, mas não era isso o que ela queria, não queria viver sobre expectativas de ninguém a não as próprias.
Ela realmente não dava a miníma sobre o que pensavam sobre ela, ela agitava e usava, ousada menina quebrada! Pegava e descartava, sem compromissos, sem se apegar. Era simples.
Ela era ousada na medida certa, seduzindo e silenciando, era calma e silenciosa, quando ela fazia ninguém descobria a não ser que ela quera.
Essa era sua vida e sua meta era aguentar ao máximo. Viver ao máximo que ela conseguisse até o amanhecer de cada dia, por que um dia sua hora iria chegar.
Comentários
Postar um comentário